11 de julho de 2026

Familiares contestam investigação


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Entre o encontro do corpo da jovem de 17 anos e a conclusão dos médicos legistas, policiais da Divisão de Homicídios da DIG, Luciano Tavares e Paulo Rodrigues, trabalharam cerca de sete horas para chegar à identificação da vítima e do suposto autor.

As investigações comandadas pelo delegado Márcio Murari apuraram que a garota estaria morando nas ruas, seria usuária de entorpecentes e estaria se prostituindo para manter o vício. No início da noite, os policiais localizaram familiares da jovem.

No IML, parentes, entre eles a mãe, fizeram o reconhecimento. No entanto, o que foi apurado pelas investigações foi contestado pelos familiares. Eles alegaram que a jovem não morava com os pais na Vila Nossa Senhora de Fátima, porque estaria residindo com o namorado.