Será que se acontecer uma alteração na lei eleitoral, eliminando o direito de funcionários públicos se afastarem do serviço sem prejuízo dos vencimentos para fazer campanha, haverá o mesmo número de concorrentes nas eleições? Outra perguntinha inocente: e se não houvesse esse tentador salário, ou fosse bem mais reduzido, quantos entrariam pelo idealismo de servir à cidade? Como diria aquele humorista em antigo programa: “Perguntar não ofende”!