GCN cumpriu o seu papel, agora é com os eleitores
Terminou a propaganda eleitoral, a campanha chegou ao fim. Na manhã de ontem, o GCN promoveu o último debate com a presença dos sete candidatos a prefeito. As críticas foram feitas, as propostas colocadas na mesa. Nenhuma pergunta ficou sem resposta. Há pouco o que fazer até domingo. O GCN cumpriu seu papel de possibilitar a melhor escolha ao sabatinar cada um dos candidatos e confrontá-los durante três horas em um programa ao vivo pelo rádio e internet. Agora, é com os eleitores.
Nu com a mão no bolso
Faltavam poucos minutos para o debate e Ubiali (PSB) me perguntou quem era o candidato que pulou pelado de ma-drugada na piscina para esfriar a cabeça durante aquela friagem que fez na semana passada. A julgar pela perfor-mance no debate, o peladão deve ter engolido muito cloro.
Sai pra lá, bicão!
Pouca gente percebeu. Vizinhos de bancada, Graciela (PP) e Alexandre (PSDB) discutiram por quase cinco minutos enquanto rolava o debate. A delegada se irritou com a atitude do tucano que insistia em olhar suas anotações. Ela fez gestos para a plateia sinalizando que ele seria louco.
Candidato de fé
Hamilton Chiarelo (PSol), que acredita chegar ao segundo turno, passou o debate segurando um crucifixo na mão esquerda. Outro exemplar estava no bolso de sua camisa.
Cansados
Cassiano Pimentel (PV) e Ubiali (PSB) chegam exaustos ao fim da campanha. Antes do debate, o verde disse que era preciso bancos. No primeiro intervalo, Ubiali foi se sentar junto à plateia. A organização providenciou assentos a todos.
Diversão garantida
Se Marcelo Bomba (PTC) vai ganhar as eleições é outra história, mas fato é que ele quebrou a monotonia da campa-nha. “Quem mais cresceu nas pesquisas, fui eu. Sai de zero para um. Cresci 100%. Não me venha com mentiras” disse ele a Alexandre, que dizia ser o que teve desempenho melhor. Não teve quem não riu.
Edson Arantes
Jornalista – edson@comerciodafranca.com.br