07 de julho de 2026

Examinai


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 ‘Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa”.- João (II João, 10.)

É razoável que ninguém impeça o próximo de falar o que melhor lhe pareça; é justo, porém, que o ouvinte apenas retenha o que reconheça útil e melhor.
Em todos os setores da atividade terrestre e no curso de todas as tarefas diárias, aproximam-se irmãos que vêm ter convosco, trazendo as suas mensagens pessoais. Esse é portador de convite à insubmissão, aquele outro é um vaso de queixas enfermiças. Indispensável é que a casa terrestre não se abra aos fantasmas.
Batem à porta?
Inúmeros curiosos que se aproximam dos discípulos sinceros nada possuem, além da presunção de bons faladores. São, quase sempre, grandes necessitados sob a veste falaciosa da teoria. Sem feri-los, nem escandalizá-los, é justo que o devotado, aprendiz de Jesus, lhe prodigalize algum motivo de reflexão séria. Desse modo, os que julgam conduzir um estandarte de suposta redenção passam a conduzir consigo a mensagem do bem, verdadeiramente salvadora.
O problema não é o de nos informarmos se alguém está falando em nome do Senhor; antes de tudo, importa saber se o portador possui algo do Cristo para dar.

EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier