09 de julho de 2026

Consumidor aposta em caldo nas refeições


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Prato do Canjão, restaurante que serve diversos tipos de caldo há mais de duas décadas

A caixa de restaurante Alessandra Cristina e seu namorado, o vigilante Mauro Teixeira, são assíduos consumidores de caldos. Eles dizem que, uma vez por semana, costumam dirigir-se a uma casa especializada em caldos para um boa refeição acompanhada por um bom papo. Apesar de também gostarem de um bom lanche, preferem trocá-lo pelo caldo.

“É mais saudável”, garante Alessandra. “Mas, além de saudável é muito gostoso. Eu adoro um caldo de mocotó”, afirma Mauro.

O cantor sertanejo Caio Delú e sua namorada, a publicitária Carolina Tosatti, também são apaixonados por caldos e acreditam na leveza e no maior poder nutricional dos caldos.

Mas não foram essas propriedades que os levaram ao hábito semanal de tomar caldos. Carolina era antes uma fã incondicional dos lanches. Hoje, apesar de ainda apreciá-lo, ela já o troca por um caldo. A mudança deveu-se à influência de Caio, que gosta de sopa desde criança e não a dipensa depois de um show.

E realmente, as madrugadas, em dias de shows tornam-se outra importante sazonalidade para o negócio de caldos.

“Quando tem show em Franca, vamos até 6h da manhã. A Expoagro também é um excelente incentivo aos caldos”, garante Fuad Calixto Daould, do Caldos e Cia., uma opinião que é compartilhada por todos os donos e gerentes de estabelecimentos que avançam pela madrugada nos dias de shows.

Excetuando-se o Galo Branco, que oferece caldos durante 24h, e o City Posto, que vai todos os dias até as 6h da manhã, as outras casas trabalham até 1h ou 1h30 da madrugada durante a semana e até as 4h, 5h ou 6h nas sextas e sábados.

Dos estabelecimentos consultados, apenas o Cantinho do Caldo e a Pizzaria, Caldos e Vinhos não adentram a madrugada nos finais de semana.