Realmente, Franca se divide em ‘Sidneilândia’ e ‘Franca real’. A primeira situa-se na colina entre o córrego dos Bagres e avenida Dr. Ismael Alonso e outras avenidas em direção à Morada do Verde. São locais privilegiados com viadutos, semáforos inteligentes, vasos com floreiras lindas, ruas, praças limpas, etc. É o espaço onde transita a cidade em busca do comércio central, os turistas, estudantes das universidades, saída em direção a Ribeirão Preto, São Paulo, Belo Horizonte. Tudo é lindo! Do outro lado, está a cidade real, do córrego dos Bagres em direção à Estação! Por que não foram enfeitadas as avenidas em direção ao Distrito Industrial? Ora, por ali se desloca o operariado. Na praça da Estação, a Primeiro de Maio e a Ana Nicácio impera o medo, estão abandonadas e sujas... A rua Francisco Marques, saída para inúmeros bairros bem como para cidades vizinhas, além de escura e suja, é insegura, haja vista os pedintes que por ali passeiam à noite, levando medo a quem se dirige ao comércio, à igreja. Fazem de dormitório as casas abandonadas dos arredores e, (bem cedo) ‘batem o ponto’ nas (outras) casas, para a ‘refeição matinal’. As pracinhas de após a igreja, não têm lixeiras, mas canteiros abandonados, onde poderia se plantar árvores ou colocar vasos, mas estão imundas, (...) nenhum funcionário da prefeitura as varre. Deveriam ser locais onde crianças pudessem brincar, visto que não há (...) um parque sequer para os pequenos nas adjacências. A calçada que serve de acesso da rua Francisco Marques para a Voluntário Arnaldo Vilhena está quebrada, impossibilitando idosos de atravessá-la. Tudo isso já foi levado ao conhecimento da Prefeitura! As ruas, especialmente a Major Urias, onde trafega ônibus circular, já não aguenta tanto remendo! E, engraçado, assim como os moradores do outro lado da cidade, pagamos em dia os impostos, taxas e contribuições de melhoria!
Bete Degrande
Franca - SP
***
Chega de números, chega de injeção padrão! Não somos gado para ser contados em números. Um pergunta: a quem interessa tanta construção pública senão às construtoras? Parece que creche não rende muito para construtoras, não é? Na saúde, tem que se investir em prevenção. Quantidade de consultas não significa nada. Não é campanha contra febre aftosa! Chega de injeção padrão!
Paulo Santos
Franca - SP