Numa rápida caminhada pelo meu bairro, testemunhei em pontos diferentes (...) quatro moradores – duas senhoras e um senhor – lavando calçadas munidos de mangueiras d’água. Pacienciosamente, cada um empurrava a sujeira. Em um dos casos, o absurdo: a mangueira jorrou água sozinha na rua por mais de quatro minutos, até que uma jovem senhora surgiu de dentro da casa. Suponho que deva ter ido atender o telefone, (...) e deixou a torneira aberta. A postura desses francanos demonstra falta de inteligência. Esbanjando hoje, pode lhes faltar amanhã. (...) falta sensibilidade para com as necessidades de seus concidadãos que também dependem da mesma água e sofrerão juntos uma eventual escassez. Está na hora de (...) pensar coletivamente, fraternalmente!
Ronaldo Silva
Franca - SP