Na tarde de quinta-feira, antes mesmo de saber quem iria ocupar sua vaga, Marco Garcia ingressou com um recurso especial no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) pleiteando um efeito suspensivo para tentar derrubar a decisão que cassou o seu mandato.
A defesa voltou a insistir na tese de que ele era “perseguido” pelo diretório municipal do PP e que a intervenção seria, sim, uma justa causa para ele ter se desfiliado. “O fato do partido ter pedido o cargo dele e não o da pastora, que também saiu do PP, é uma prova clara da perseguição. Há jurisprudências que nos fazer acreditar que a situação possa ser revertida”, comentou o advogado Atair Carlos de Oliveira.
Marco Garcia perdeu o mandato, mas não se tornou inelegível. Ele segue fazendo campanha e poderá disputar as eleições de outubro normalmente. “Espero voltar ainda este ano mas, se não der, estou fazendo força e trabalhando bastante para recuperar o mandato nas urnas e retornar à Câmara pela porta da frente no dia primeiro de janeiro”.