O empresário e instrutor Wagner Kazan tem quase dez anos de história na água e hoje, além de ensinar a arte do mergulho, se profissionalizou para prestar serviços na represa de Jaguara. Eventualmente, trabalha para uma fazenda de peixes em Rifaina realizando a limpeza dos tanques, o mapeamento aquático por GPS, coletando peixes e realizando as ancoragens estruturais. Esse tipo de trabalho, segundo Kazan, rende até R$ 3 mil por mês no interior.
Nas grandes empresas de exploração de petróleo, como a Petrobras, esse salário pode ser até dez vezes maior, mas a concorrência é gigantesca e, além disso, o tempo máximo neste tipo de trabalho é de cinco anos, pois como o mergulho é feito em alto mar, em locais de profundidade muito grande, a absorção de nitrogênio pelo organismo é altíssima, o que reduz o tempo de vida do profissional.
Para trabalhar como mergulhador de empresa é preciso fazer um curso em escola filiada à Marinha do Brasil, em Santos ou Recife.