O problema é que agora todos os candidatos se dizem a favor de todas as religiões, frequentam igrejas, terreiros de umbanda, aparecem sorridentes prometendo acabar com a violência, resolver os problemas de moradia, desenvolver a cidade. Vão a passeatas gays, andam cumprimentando até estátuas. Quando ganham, somem. Passam três anos sem fazer nada e, no último ano, o quarto, resolvem fazer alguma coisa para se reelegerem. Eternamente igual...