A empresária Kenia, de 30 anos, esperou quatro anos para ver reconhecida a paternidade da filha de 9 anos. Quando a menina nasceu, Kenia entrou com uma ação de investigação de paternidade, cumulada com alimentos porque o companheiro não quis reconhecer a menina, que é autista. Ele não compareceu a nenhuma das audiências marcadas pelo Judiciário.
O rapaz também faltou duas vezes ao compromisso de colher material para a realização do exame de DNA - exame que Kenia iria pagar a fim de dar mais agilidade ao processo. A recusa do suposto pai em submeter-se ao DNA levou a Justiça a determinar a presunção de paternidade. O registro da menina passou, então, a incluir o nome do pai. A Justiça também determinou que o pai presumido pagasse pensão alimentícia, o que aconteceu poucas vezes, segundo Kenia.