08 de julho de 2026

Alimento diário


| Tempo de leitura: 3 min

“Para o conhecer e o poder da sua ressurreição, e a dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos” (Fp 3:10-11).

A ênfase do Ministério de João

João teve um ministério orgânico, isto é, com ênfase na vida. Deus o escolheu especialmente para lhe dar as quatro visões, começando pela história da igreja na primeira visão; na segunda, temos a história da humanidade e o final dos tempos, mostrando que todas as coisas no mundo serão julgadas e purificadas totalmente.
Em terceiro lugar, o Senhor lhe mostrou a grande Babilônia religiosa e a Babilônia material, que serão totalmente destruídas e com elas todos que se ajuntarem para pelejar contra os eleitos de Deus. Serão os vários reis e comandantes de exércitos, os duzentos milhões de cavalheiros vindos do Oriente e da região da Europa, como Rússia e Sibéria, e também do Sul, como Egito e Etiópia.
Serão muitos exércitos de várias nações concentrados num só lugar, chamado Armagedon (Ap. 16:14,16). Montando um cavalo branco, juntamente com seus exércitos, também montados em cavalos brancos, o Senhor os destruirá e acabará de uma só vez com todos eles (19:11-16). Todos os comandantes, os reis, os exércitos serão exterminados (19:19-21). A besta, que é o anticristo, juntamente com o falso profeta, o seu porta-voz, será lançada viva no lago de fogo (v.20). Assim tanto a Babilônia material terão fim. Um anjo tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos”. Satanás não será ainda lançado no lago de fogo, mas colocado no abismo, porque o Senhor ainda o usará. Ele ficará preso apenas por mil anos, ou seja, até o final do reino milenar (v.3). O Senhor ainda permitirá que ele aja, para então pôr um fim a todas as coisas nativas antes da eternidade.
O versículo 4a diz: “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar”.
Esses tronos não se referem ao trono de Deus e do Cordeiro, mas se assemelham aos tronos dos vintes e quatro anciãos.
Os que se assentarão neles são os que têm autoridade para julgar: esses são os vencedores.
O versículo 4 continua: “Vi ainda as lamas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus”. Aqui se refere aos vencedores mortos em toda a história da igreja. Esse versículo diz ainda: “Tantos quantos não adoram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão”. Esses são os que foram martirizados durante a grande tribulação. E o versículo conclui: “Viveram e reinaram com Cristo durante mil anos”. Essa é a primeira ressurreição.
O versículo 5a se refere aos incrédulos, dizendo: “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição”.
Somente participarão da primeira ressurreição os que creram em Jesus e morreram; o restante dos mortos terá de esperar mil anos. A primeira ressurreição é a ressurreição da vida (Jo 5:29; Co 15, 23b; Ts 4:16), a ressurreição dos justos (Lc 14:14) e a ressurreição que Paulo buscava (Fp 3:11-Lit).

Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
Telefones: (16) 3402-1726 e 9245-5701