Após confessar ontem a farsa do sequestro relâmpago, o vendedor DBC, 27, também não sustentou a história registrada em boletim de ocorrência em meados de novembro de 2010. Ele disse ter mentido ao dizer que havia sido assaltado naquela época, mas não revelou os motivos. O crime denunciado por ele estava sendo investigado até a data de ontem.
Na ocasião, o rapaz também mobilizou um forte aparato policial, dizendo que havia sido atacado e roubado por três bandidos armados. Ele ligou para o 190 afirmando que havia parado sua moto por volta das 15 horas do dia 25 de novembro sob a ponte da avenida Presidente Vargas com a avenida Hélio Palermo para atender seu celular. Segundo ele, também era fantasiosa a história de que três assaltantes - um deles armado com um revólver - em duas motos pararam ao lado dele e o ameaçaram de morte, exigindo sua carteira.
À época, DBC disse ter conseguido escapar dos criminosos, mas os assaltantes o seguiram e efetuaram vários disparos de arma de fogo em sua direção. Naquele dia, ele ainda teria contado que “felizmente escapou com vida sem que nenhum tiro o acertasse”.
Ontem ele confessou que tudo não passou de outra farsa.