11 de julho de 2026

Experiência supera a juventude; Vivo/Franca ganha por 77 a 69


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Drudi tenta parar Betinho, autor de 22 pontos ontem

O experiente Vivo/Franca já está entre os oito melhores times de basquete do País. No terceiro jogo do playoff das oitavas de final contra o jovem elenco do Paulistano, a equipe dirigida por Hélio Rubens Garcia venceu por 77 a 69 (37 a 28 no primeiro tempo) e fechou a série em 3 a 0. A partida foi realizada, na noite de ontem, no Ginásio Antônio Prado Júnior, anexo ao Clube Atlético Paulistano, em São Paulo. Betinho, da equipe da casa, foi o cestinha com 22 pontos, mas o grande destaque foi William Drudi. O pivô francano de 2,04m de altura, 30 anos, jogou os 40 minutos, converteu 21 pontos e pegou sete rebotes.

Com o resultado, o Vivo/Franca quebra um tabu do NBB e entra para a história da competição. Na fase de classificação, o time terminou em 10º lugar e o Paulistano em 7º. Nunca, em quatro edições do torneio, uma equipe que ficou em pior posição na tabela havia superado outra melhor colocada nas oitavas. Os francanos acabaram com o tabu e aguardam a definição dos outros jogos para saber qual será seu adversário nas quartas de final. Se prevalecer o favoritismo de Uberlândia (5º na fase de classificação) contra o Tijuca (12º) e do Bauru (6º) diante de Sorocaba (11º), o time de Hélio Rubens terão pela frente o melhor time do NBB: o São José, de Murilo.

A CLASSIFICAÇÃO
Cerca de 200 torcedores francanos estiveram presentes na partida de ontem à noite para incentivar o Vivo/Franca. No início, as defesas não deixaram o jogo fluir. Os primeiros dois pontos foram marcados pelo armador Helinho com mais de dois minutos de bola rolando, enquanto que o Paulistano chegou à sua primeira cesta com cinco minutos. Os francanos se mantiveram na frente o tempo todo e fecharam em 18 a 12 o período. No segundo quarto, a equipe de Hélio Rubens chegou a abrir 12 pontos (33 a 21) faltando cinco minutos, fechou a etapa em 21 a 16, e o primeiro tempo em 37 a 28.

No terceiro quarto, o Paulistano resolveu “engrossar o caldo”. A diferença diminuiu e com pouco mais de quatro minutos, os donos da casa chegaram ao empate (44 a 44). Faltando dois minutos para o fim do quarto, Ricardo Probst foi punido com falta técnica e como era a quinta dele na partida, acabou excluído. O Paulistano aproveitou e pela primeira vez estava à frente no placar (53 a 52). No finalzinho, os francanos reverteram e fecharam a parcial em 57 a 55. No último quarto, a experiência e frieza de Eddy Basden falaram mais alto. Com dois eliminados (Dornelles e Helinho), coube a ele controlar os nervos dos companheiros, esfriar o Paulistano ao fazer 20 a 14 e garantir a vitória: 77 a 69.