08 de julho de 2026

Sindicatos encerram conversas e reajuste continua indefinido


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Funcionários estaduais da Saúde também reivindicam reajuste salarial: ontem pela manhã, grupo cruzou os braços na Diretoria Regional de Saúde de Franca

A negociação entre o Sinsaúde (Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Franca e Região) e o Sindhosfil (Sindicato das Santa Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos) não avançou. Uma reunião foi realizada ontem, na Gerência Regional do Trabalho de Franca, mas não houve consenso.

A reivindicação do Sinsaúde é por reajuste salarial entre 8,88% a 9,55%. Atualmente um funcionário de apoio recebe R$ 633. Durante o encontro, o Sindhosfil reapresentou a contraproposta de reajuste linear de 5,47%, que elevaria o salário base para R$ 668. O piso estadual de um funcionário de apoio é de R$ 690.

Com o encerramento das negociações, a categoria espera o fornecimento da Certidão da Impossibilidade de Acordo para buscar alternativas na Justiça do Trabalho ou até mesmo com a paralisação dos funcionários.

Servidores Estaduais
Na tentativa de negociar um aumento salarial, funcionários públicos da área da saúde do Estado de São Paulo paralisaram atividades em algumas unidades hospitalares. Em Franca, dos 100 funcionários da Diretoria Regional de Saúde, 70% dos trabalhadores do setor administrativo, segundo os organizadores do protesto, decidiram entrar em estado de greve na manhã de ontem.

Os servidores reivindicam reajuste salarial, aumento do auxílio alimentação e regulamentação da jornada de trabalho. A paralisação teve a participação de cerca de 25 funcionários, que ficaram pela manhã do lado de fora do prédio.