08 de julho de 2026

Hans Christian Andersen


| Tempo de leitura: 2 min

Hans Christian Andersen nasceu no dia 2 de abril de 1805, no interior da Dinamarca, país de clima muito frio situado ao norte da Europa. Seu pai era um sapateiro de vinte e dois anos, instruído mas de saúde fraca, e sua mãe, uma lavadeira vários anos mais velha. Toda a família vivia e dormia num único quarto. O pai adorava o filho e lhe contava histórias interessantes, que alimentavam a imaginação do menino e o levaram a aprender a ler muito cedo. Também montava teatrinhos de fantoches para ele.

Mas em 1816 o pai morreu. E o menino, com apenas onze anos de idade, foi obrigado a abandonar a escola e a trabalhar para se sustentar. Empregou-se como aprendiz de tecelão e, mais tarde, de alfaiate. Aos quatorze anos mudou-se para a capital de seu país, Copenhague, onde trabalhou como ator e cantor. Nessta época começou sua carreira de escritor. Só vinte anos depois escreveria para crianças.

Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis vo-lumes de Contos, livros com histórias infantis traduzidos para diversos idiomas. Ele continuou escrevendo seus contos infantis até 1872. No começo, escrevia contos baseados na tradição popular, especialmente no que ele ouvia durante a infância. Depois criou histórias com fadas e elementos da natureza. Vejamos alguns títulos, que você até já terá lido: O pa-tinho feio, A pequena sereia, O soldadinho de chumbo, A roupa nova do rei, A vendedora de fósforos, A polegarzinha, Os sapatinhos vermelhos, A princesa e a ervilha... Ao todo foram 156 histórias.

No final de 1872, Andersen ficou gravemente ferido ao cair da sua própria cama, e permaneceu com a saúde abalada até 4 de agosto de 1875, quando faleceu, em Copenhague, onde foi enterrado.Graças à sua contribuição para a literatura infanto-juvenil, a data de seu nascimento, 2 de abril, é o Dia Internacional do Livro Infantil. Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero, Christian Andersen, tem seu nome. A primeira representante brasileira a ganhá-lo foi a escritora Lygia Bojunga, em 1982.