“Benjamim” quer dizer “filho da felicidade”
Benjamim foi martirizado na perseguição de Sapor II, rei da Pérsia. Tal perseguição iniciou-se com a condenação à morte do bispo Abdias que, num excesso de zelo, incendiara o templo do Fogo. Preso, foi jogado em um cárcere para que mudasse de ideia.
Queriam que prometesse manter-se em silêncio e não mais importunar os magos e sacerdotes persas com sua pregação. Recusou-se a fazer tal juramento, dizendo que, agindo assim, incorreria nos castigos que o Mestre reservava aos servos infiéis. Foi libertado, mas, como continuasse irredutível na fé e pregação, prenderam-no de novo e o torturavam, submetendo-o ao suplício da empalação (c. 422)
S. Balbina
Séc. II mártir
A jovem Balbina padecia de uma enfermidade da garganta (escrófulas). S. Quirino, seu pai, ouviu dizer que o papa S. Alexandre I operava curas milagrosas no cárcere em que estava preso. Levou até ele sua filha para que o curasse. S. Alexandre pediu que tirasse a argola de seu pescoço e a colocasse no de Balbina e lhe impôs as mãos. A menina ficou imediatamente curada. Diante do milagre, Quirino e toda sua família se converteram. Tomada de veneração, Balbina não cansava de beijar as algemas de S. Alexandre. “Não as minhas, mas as de meu Senhor Pedro é que buscar e beijar”, disse a ela.
Os Cincos Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo: Editora Ave Maria, 2002