A Polícia Civil acredita que os francanos presos no Estado de Minas Gerais participaram de pelo menos cinco roubos em Franca. De acordo com as investigações, a quadrilha pode ser a mesma que roubou dois pesque-pagues na região de Itirapuã, uma chácara na região de Franca e mais outros dois sítios, além do crime ocorrido no mês passado na fábrica de rações no Distrito Industrial, onde 22 pessoas foram mantidas reféns.
O próximo passo da investigação é submeter os suspeitos ao reconhecimento formal de suas vítimas. Na próxima semana eles voltarão para sede da DIG, onde serão interrogados novamente. “É muito importante que as vítimas possam vir à delegacia reconhecê-los formalmente para que possamos mantê-los presos. Nosso sistema é completamente seguro. Os suspeitos não tem contato visual com as vítimas. O reconhecimento é feito por um visor numa sala separada e com total sigilo e segurança”, disse o delegado Márcio Murari.
Ainda segundo a polícia, outros dois integrantes da quadrilha, moradores em Franca, já foram identificados. Eles estão soltos e participaram auxiliando o bando nas fugas. “Temos os nomes e a identificação de dois comparsas que serão indiciados. Nosso trabalho está apenas começando e acreditamos que iremos esclarecer praticamente todos os roubos atribuídos a estes criminosos”, disse Murari.