10 de julho de 2026

Professores da rede pública de todo país entraram em greve


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Professores de escolas públicas de todo o país iniciaram ontem uma paralisação para reivindicar dos governos estaduais e prefeituras o pagamento do piso salarial de R$ 1.451 do magistério. Em Franca, a paralisação foi pequena. A maioria das escolas estaduais funcionava normalmente.

Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) indica que somente sete estados e o Distrito Federal pagam o mínimo instituído por lei.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação informou que as aulas não sofreram alterações na manhã de ontem em São Paulo. Segundo o governo, foram registrados cerca de 5% de ausência, o que corresponde à média diária habitual de faltas. Ainda segundo a secretaria, a lei do piso é cumprida integralmente no Estado.

Pais, vizinhos e alunos relataram que na manhã de ontem a escola “Orlik Luz”, do City Petrópolis, dispensou algumas crianças por defasagem no quadro de professores, porém a direção não confirmou o ocorrido.

Segundo o coordenador do sindicato dos professores, Silvio Damasceno, a intenção é conseguir paralisação total até sexta-feira, quando a classe se reúne em assembleia em frente ao Palácio do Governo, em São Paulo. “Vamos fazer um trabalho de conscientização da comunidade, pais e alunos, através de panfletos e conversas públicas”, disse Damasceno.