09 de julho de 2026

Donos de fábrica incendiada em Restinga prometem reconstrução


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DESTRUIÇÃO TOTAL - Após o fogo, só restou recolher todo o entulho espalhado pelo local para começar a reconstrução

Um dia depois da destruição provocada pelo incêndio na empresa Ambra produtos químicos de Restinga, seus proprietários, Lorival Rasch Bracht e Carlito Anschau, abriram os portões para a imprensa. No local foi possível constatar que o fogo atingiu cerca de 80% da indústria. Todos os galões e tambores contendo produtos produzidos pela empresa foram destruídos, assim como dois barracões, onde funcionavam o depósito e parte da área de produção. Os empresários ainda desconhecem as causas do incêndio e aguardam os laudos periciais. Eles garantiram que devem reconstruir a indústria e voltar às atividades no município ainda este ano. No barracão queimado funcionava uma das 8 filiais da empresa especializada na produção de tintas para calçados e produtos de acabamentos.

“Quando cheguei hoje (ontem) depois do incêndio e vendo tudo destruído ainda fiquei chocado. O impacto foi terrível, mas felizmente ninguém se machucou”, disse Lorival Rasch Bracht, um dos proprietários da Ambra. O empresário acompanhou de perto todo trabalho dos bombeiros na manhã de quinta-feira. Bracht disse que tomou conhecimento do incêndio quando estava em outra filial da empresa, localizada em Franca. Funcionários ligaram informando que o fogo havia atingido grande parte do barracão e estava incontrolável. “Percebendo que o incêndio era de grandes proporções, minha preocupação foi saber se não havia mais nenhum funcionário la dentro. Os bombeiros já tinham sido chamados e chegaram rápido. Como começou o incêndio, ainda não temos ideia. Os funcionários disseram que ele começou na área de embalagem de produtos e logo se alastrou”, disse o empresário.

Ontem funcionários da empresa e alguns homens foram contratados para a limpeza e remoção do material queimado. Lorival abriu o pátio para reportagem do Comércio da Franca. No local, um rastro de destruição ficou em decorrência do incêndio. O telhado dos barracões virou um amontoado de ferro retorcido e cinzas. O empresário informou que a área atingida pelo fogo foi de 1.260 metros quadrados. Bracht disse que está aguardando a liberação da seguradora para começar a reconstruir sua empresa. “Produzimos aqui 350 toneladas/mês de produtos. Já recebi apoio de fornecedores que me ligaram dizendo que estão a nossa disposição para ajudar. Gostaria de agradecer o apoio de todos da Prefeitura, das usinas, dos bombeiros e os técnicos da Cetesb, que nos orientaram nos procedimentos a serem tomados para evitar prejuízos ambientais.”