A polícia não têm dados exatos quanto ao números de furtos em instituições públicas de ensino. Porém, segundo o delegado adjunto da DIG, Márcio Murari, a situação chama a atenção pela frequência. “Realmente é um número que preocupa. Todo furto e ato de vandalismo nas escolas de Franca é preocupante, por isso tem sido feitas investigações policiais para tentarmos coibir esse tipo de ação criminosa”, disse o delegado.
De acordo com a polícia, os crimes acontecem sempre quando as escolas estão vazias. “Nós verificamos que, quando não na madrugada, é durante os finais de semana, sempre mediante arrombamento. Além de praticarem furtos de gêneros alimentícios, aparelhos eletrônicos, eles também promovem uma baderna intensa no interior da escola, danificando inclusive livros e outros objetos que são utilizados por alunos e funcionários dessas escolas”, completou Murari.
Ainda segundo o delegado, não há um local considerado crítico ou menos preocupante pelas autoridades. A polícia também tem o perfil dos executores desses crimes, que geralmente são motivados pelo uso de entorpecentes. “A grande maioria é usuário de drogas. Procuram não só generos alimentícios, mas também aparelho eletrotrônicos para trocar por drogas com traficantes”, finalizou Murari.