A alta comissária da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, cobrou hoje (2) da comunidade internacional “responsabilidade urgente” em relação à onda de violência na Síria. Segundo ela, é preciso reagir para evitar mais mortes no país. A estimativa é que mais de 7.500 pessoas tenham morrido em cerca de 11 meses de confrontos na região. Há ainda violações de direitos humanos, como agressões sexuais e torturas.