O Complexo Aeroporto nasceu onde existiam fazendas com plantações de café. Segundo o projeto experimental de comunicação “Jardim Aeroporto: sob um novo olhar”, do curso de jornalismo da Unifran/2010, registros do ano de 1932 revelam que na região existia a Fazenda Guanabara, pertencente a Luís Ramos Filho, que vendeu a propriedade ao coronel Jacintho Sobrinho. Ao ser comprada, se tornou Fazenda São Sebastião da Cruz Alta.
O coronel doou as terras ao filho Manoel Jacintho Netto. A área possuía 170 alqueires e 130 mil pés de café. Manoel Netto acabou comprando fazendas vizinhas e ampliou a propriedade. O espaço foi vendido em 1978 para Sebastião Almeida Pirajá, Fernando José de Morais de Almeida e César Martins Pirajá, proprietários da Imobiliária Francana.
Os empreendedores decidiram lotear a fazenda. Um decreto municipal de 13 de junho de 1978 criou o Jardim Aeroporto, com 363 mil metros quadrados de área e 1.364 lotes. A proximidade com o Aeroporto de Franca inspirou o nome do novo bairro que nascia.