09 de julho de 2026

Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras vai recorrer da decisão


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Reginaldo Emídio

O maestro Ronaldo Faleiros, presidente da Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras, disse na noite de ontem que a participação da entidade no evento foi através de um contrato de prestação de serviço assinado com a Feac (Fundação para o Esporte, Arte e Cultura). “Franca se candidatou para receber o concurso e cumpriu as exigências, que eram fornecer hospedagem e alimentação para as bandas. Nossa contrapartida era disponibilizar as fichas com nome de todos os músicos inscritos, trazer os jurados e a equipe técnica, e isso foi feito.”

A licitação, ainda de acordo com Faleiros, era responsabilidade da Feac e os advogados da confederação vão contestar a decisão que bloqueia seus bens.

A reportagem tentou contato com Antônio Sérgio Menezes, diretor da divisão de Cultura e integrante da comissão de licitação da Feac, através de dois números de telefone celular. No primeiro, a operadora informava não ser possível completar a chamada e, no segundo número, a mensagem era de que o telefone estava programado para não receber chamadas. Não consta das listas de Franca um número de telefone fixo em seu nome.

João Maciel de Faria Martos, diretor técnico e presidente da comissão de compras da Feac, também foi procurado, mas não há nenhum telefone fixo em seu nome nas listas.

Todas as ligações feitas ao telefone de Anderson Duarte de Almeida, responsável pelo restaurante Kairós, caíram na caixa de mensagens.