Parabenizo o GCN pela coragem em publicar a matéria. A dor e a revolta que sentimos não há como esquecer. As lembranças dos momentos que passei com a minha irmã no ‘Janjão’ são horríveis. Aquilo parece um depósito de gente, um lugar feio, sujo, descuidado. O princípio da dignidade humana, garantido pela Constituição, jamais é lembrado naquele lugar. Após a quarta visita ao Janjão, a Dra. Talita deu uma guia para internar a minha irmã na Santa Casa, porém, pasmem, ficamos ainda por mais 3 horas esperando pela vaga. É como ganhar na loteria. (...). Será que se o atendimento fosse realizado com amor, respeito e competência, minha irmã estaria conosco agora? E se fosse a irmã do secretário? Ele se basearia em evidências? Desculpe-me pelo desabafo.
Jamil Borsari
Franca - SP