De acordo com um dos sócios, a demolição dos prédios estava prevista para setembro, mas atrasou devido à demora na desocupação das lojas. A Vivo será a última a deixar o local até o próximo dia 15. Dois projetos estão sendo analisados para ocupar o espaço: construir um complexo de até seis lojas de vários segmentos ou inaugurar uma loja nos moldes da Casa da Sogra, mas com outro nome.