A falta de médicos tem gerado espera entre os usuários do sistema público de saúde. É o caso de um garoto de 8 anos, morador na Vila São Sebastião.
A mãe dele, Joicelaine Saab Portela, 36, disse que o menino é hiperativo e acompanhado por neurologistas do NGA (Núcleo de Gestão Assistencial) há cinco anos. Segundo ela, por falta de médicos, conseguiu uma consulta para o filho apenas para fevereiro de 2012. O Conselho Tutelar teve de intervir e conseguiu adiantar a consulta.
Apesar de tomar dois tipos de medicamentos há mais de um ano, Joicelaine disse que o menino tinha ataques frequentes. Segundo ela, o garoto já chegou a tentar colocar fogo na casa e, em outra ocasião, fugiu de casa por causa de um vidro quebrado da janela.
O menino foi atendido por um psiquiatra há cerca de 10 dias.