08 de julho de 2026

“Monstros despertos”


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Com certeza, caro Corrêa Neves Júnior, todos nós carregamos um monstro dentro de nós, e que, um dia, pode ser libertado. No entanto, como pai de um filho de 10 anos, acredito que podemos matar ou deixar este monstro aprisionado dentro de nossos filhos quando lhes damos amor, oferecemos diálogo, cultivamos a paz, o equilíbrio e a tolerância. Ao contrário, cresce, se torna robusto e um dia se liberta (para)i causar danos irreparáveis. Palavras sábias em um momento de dor para nossa cidade. (Leia Gazetilha aqui).
Marcos Ramos
Franca - SP

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(Júnior) traduz a perplexidade de muitos, inclusive a minha. Não há explicação plausível para esse dito crime passional, por falta de definição melhor para tamanha estupidez. Não há limite para a juventude. A liberdade de muitos é coagida pelo medo da violência que nasce desses monstros que tentam justificar seu comportamento culpando a sociedade, os pais e a falta de oportunidades. (...) estamos sujeitos e permanentemente vigiados por milhares de monstros a cada dia. O maior desafio não é tentar compreender (...), é descobrir como manter a alegria, a vigilância e a esperança para que esses monstros (não) povoem também nossas mentes e nossos sonhos.
Izabela Wilson
Franca - SP