Vejo com estranheza as recentes invasões a prédios públicos (CAIC, 2 vezes; e Champagnat), pelo fato dos dois locais serem monitorados eletronicamente e, justamente no momento das invasões, estarem desativados. É preciso observar as cláusulas dos referidos contratos e apurar responsabilidades, tanto da empresa de monitoramento, como do gestor dos contratos.
Elson Daniel Guilherme
Franca - SP