08 de julho de 2026

Alimento diário


| Tempo de leitura: 3 min

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”(Mt 28:19)

O MINISTÉRIO NEOTESTAMENTÁRIO E SUA INCUMBÊNCIA

O tema desta semana é “Dons, ministérios e operações” (1 CO 12:4-6). Procuraremos abordar, principalmente, a origem e o resultado dos ministérios. Quanto à origem, veremos como se forma ministério e, uma vez que esse ministério está em uso contínuo, e qual seu resultado final. Na primeira semana falamos sobre o ministério neotestamentário, que foi iniciado pelo próprio Senhor Jesus.
Depois que João Batista o batizou, o Espírito Santo veio sobre Ele em forma corpórea como pomba (Lc. 3:22) e Ele tornou-se “o Ungido”, isto é, o Cristo. No Antigo Testamento eram ungidos principalmente os sacerdotes e reis para exercer suas funções e cumprir a incumbência que estava sobre eles (Ex. 28:41;1 Sm 9:16).
No Novo testamento, depois de ungido, o Senhor Jesus iniciou Seu ministério não apenas para solucionar a questão dos nossos pecados, mas também para estabelecer o reino de Deus na terra. Desse modo, Seu reino na terra manifesta o reino dos céus. O fato de Ele ter sido ungido deu-lhe dupla função: Sumo Sacerdote (a fim de resolver o problema dos pecados para que o homem possa receber a vida de Deus) e Rei (a fim de trazer o reino dos céus para a terra).
O Senhor Jesus foi o primeiro ministro neotestamentário. Como o Ungido de Deus, um aspecto de Sua incumbência era salvar o povo. Uma vez que o homem pecou, a primeira coisa que o Senhor Jesus precisava fazer era solucionar a questão dos pecados. Por isso foi preciso que Ele fosse morto na cruz e derramasse Seu sangue. Desse modo, Ele solucionou o pecado da humanidade a fim de que o homem pudesse outra vez voltar-se para Deus e fosse qualificado para receber a vida divina.
Em seu ministério terreno, a fim de redimir o homem, o Senhor Jesus estava limitado pelo tempo e espaço. Por isso foi necessário que, dentre os discípulos, Ele escolhesse doze apóstolos, sobre os quais colocou uma incumbência (Mt. 10:1-5 a). A salvação provém dos Judeus (Jo 4:22) e a Palavra nos mostra que o Senhor queria trazê-la primeiramente para os judeus (Mt. 10:5b), e depois expandi-la por todas nações (Cf. Rm 1:16).
Após sua morte, ressurreição e ascensão, o Senhor, agora em Seu ministério celestial, já não estava limitado por tempo ou espaço, e assim incumbiu os discípulos de ir e fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do filho, e do Espírito Santo (Mt. 28:19). Mesmo assim, no início de Atos vemos que o evangelho ainda ficou restrito aos judeus. Por isso, mais tarde, o Senhor levantou Paulo e deu-lhe uma incumbência: o ministério de levar a salvação aos gentios (At. 9:15-16). Ao invocar o nome do Senhor, eles seriam salvos e receberiam a vida divina. Os doze apóstolos receberam as palavras do Senhor durante Seu ministério terreno. Paulo, por sua vez, não conheceu o Senhor Jesus em pessoa, mas as palavras inefáveis que ouviu vieram diretamente do Deus Triúno, quando, numa visão, foi arrebatado ao terceiro céu (2 Co 12:1-4). Ele então procurou praticar o que ouviu.
O ministério de Paulo era cheio de verdades e revelações, e ele realmente esperava que suas palavras fossem praticadas, especialmente sobre a importância de viver no espírito. Por isso falou tanto sobre a prática de invocar o nome do Senhor.
Em Efésios 6, Paulo nos mostra também o modo de tomar a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus: por meio da oração. Assim, além de invocar o nome do Senhor, devemos ler-orar a Palavra de Deus a fim de entrar e permanecer no espírito. Dessa Forma, a recebemos como Espírito e vida e podemos praticá-la. Louvado seja o Senhor!

Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
Telefones: (16) 3402-1726 e 9245-5701