08 de julho de 2026

Alimento diário


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'Ainda que eu fale as línguas dos anjos, se não tiver o amor serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine’. (1Co 13:1).

O AMOR COMO FORÇA MOTIVADORA

O livro de Apocalipse existe porque o Senhor queria, por meio de Seu anjo, notificar a seu servo João (Ap. 1:1-2). Ele viu que duas das sete igrejas têm a coroa da vida: Esmirna e Filadélfia. Nessas duas igrejas os santos praticavam algo em comum: invocar o nome do Senhor e ler-orar Sua Palavra. Essas práticas levam os santos a sair da esfera da mente e se voltar ao espírito. Desse modo, a vida divina cresce nos irmãos e eles recebem a coroa da vida. Louvado seja o Senhor!
Por meio do nome e da Palavra, eles ganham a vida divina cuja manifestação é amar uns aos outros. Esse é o significado de Filadélfia: amor fraternal. Portanto, a igreja em Filadélfia, apesar de ter pouca força, tem como características marcantes não negar o nome do Senhor, que significa invocar o nome do Senhor e guardar Sua palavra, o mesmo que ler-orar a palavra, por isso os santos ali viviam no espírito. A igreja em Filadélfia sempre praticou o amor entre os irmãos. Vejamos a definição de amor a partir de 1 Coríntios 13:1. ‘Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver o amor serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine’. Falar em línguas visa edificar a si mesmo; isso não manifesta o amor pelos irmãos; é como o bronze que soa ou címbalo que retine.
O versículo 2 diz: ‘Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os ministérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei’. Isso significa que os profetas precisam ter amor. Profetizar é falar por Deus, aquele que fala por Deus deve ter no interior uma motivação que é o amor. Falar algo que provém do amor é o verdadeiro profetizar. Quando falamos pelo Senhor, não devemos usar as palavras para condenar os outros, como ocorria no ministério da antiga aliança. Aquele que profetiza não deve repreender sem amor; mas admoestar com amor. Alguns que ainda vivem na esfera doutrinária, ao falar nas reuniões da igreja emitem palavras carregadas de condenação: isso está errado, aquilo está errado, isso pode, aquilo não pode, se fizer isso, terá essa conseqüência. Esse tipo de profetizar indica a falta de amor.
Primeiro Coríntios 13 nos fala que, se quisermos profetizar, devemos ter como força motivadora o amor. Para nós que falamos pelo Senhor o mais importante é o amor. Mesmo que sejamos capazes de falar de todos os ministérios, de toda a ciência e ter tamanha fé a ponto de transportar montes, se não tivermos amor, nada seremos.
O versículo 3 diz: ‘E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará’. Isso significa que podemos fazer muitas ações de ajuda humanitária e de caridade para as pessoas, porém, se não tivermos amor, nada disso nos aproveitará. Na vida da igreja o maior de todos os dons é o amor.
Quem fala ou quem interpreta línguas precisa fazê-lo no amor. Quem profetiza precisa ter amor em seu interior como força motivadora. Quem distribui seus bens entre os pobres ou entrega o corpo para ser queimado talvez não tenha por motivação o amor. Talvez seja apenas porque os outros ensinam dessa forma. Isso nada aproveita. Tudo o que fizemos deve ser em amor.

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