Os colegas de Thais Gonçalves na Unesp também ficaram surpresos com a morte repentina da estudante. “Ela era muito gente boa e tranquila. Tomei um susto. Ela não tinha reclamação de lá [Portugal], só achava os portugueses meio pirados porque não conseguiam se desprender do passado, mas parecia estar curtindo muito”, disse Márcio César Barbato de Oliveira, colega do quarto ano de Relações Internacionais.
De acordo com a assessoria de imprensa da Unesp, a Universidade do Minho, que é parceira da instituição, forneceu todo o apoio necessário à família de Thais em Portugal, como alimentação e logística. A Unesp, além de bancar as passagens da mãe de Thais, disse que está disponibilizando psicólogo e assistente social para acompanhá-la desde o desembarque do corpo no Brasil até o sepultamento em Ouro Fino.
A universidade disse ainda que o critério de seleção para a participação de Thais no programa de intercâmbio foi puramente acadêmico - ela passou por seleção interna.