10 de julho de 2026

Lavador de carros foi queimado vivo


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O laudo do médico legista que realizou a necropsia do corpo carbonizado de Diego Antônio de Carvalho Rosa, 23, já está nas mãos do delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Márcio Murari. Nele, há indícios de que o rapaz teria sido queimado vivo. Segundo a polícia, havia um ferimento na cabeça da vítima, provocado por um objeto contundente, possivelmente uma marreta. O machucado teria feito que Diego tivesse desmaiado com traumatismo craniano, mas não o teria levado à morte instantânea. Durante a necropsia, ao verificar os pulmões do lavador, o legista constatou que a vítima teria aspirado fuligem e havia um líquido escuro, o que evidenciaria que ele foi queimado vivo.

O laudo deve ser anexado ao inquérito que foi instaurado pela Polícia Civil. Diego Antônio de Carvalho Rosa, segundo a polícia, tinha passagens pela DIG por furto de gado e era suspeito em envolvimento em furtos de veículos. Ele respondia a processos, mas não havia sido condenado. Diego Rosa foi encontrado morto com o corpo completamente carbonizado dentro de uma caçamba ainda em chamas numa estrada de terra que dá acesso à Fazenda Petrópolis.