Novo estudo, o maior já feito sobre o tema, acompanhando 350 mil usuários de celulares, não encontrou vínculos entre o uso prolongado dos aparelhos e o risco de desenvolver tumores cerebrais. Publicado no British Medical Journal, o estudo foi feito por pesquisadores da Sociedade Dinamarquesa de Câncer ao longo de 18 anos. Pesquisas anteriores sobre a relação entre celulares e câncer foram inconclusivas, parcialmente devido à falta de dados de longo prazo. A Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer, da Organização Mundial da Saúde, classificou a radiofreqüência dos celulares como “possivelmente carcinogênica para humanos”. Mais sobre o câncer: Dr. David Servan-Schreiber, psiquiatra e prof. da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, e da Universidade de Lyon, na França, defende o valor da medicina ocidental tradicional aliada a práticas integradas de mente e corpo.
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