10 de julho de 2026

Três mulheres africanas são escolhidas para o Prêmio Nobel


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Três mulheres vão dividir o prêmio Nobel da Paz neste ano. Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee, da Libéria, e Tawakkul Karman, do Iêmen, foram escolhidas pela luta pacífica pelos direitos das mulheres. Elas receberão o equivalente a cerca de US$ 1,5 milhões, em dezembro, em Oslo, na Noruega.

O Nobel é entregue desde 1901 a diferentes segmentos, como Medicina, Física, Literatura e Economia. O prêmio dado a pacifistas, no qual venceram as três mulheres neste ano, já foi dado a Barack Obama, em 2009, Kofi Annan, da ONU (Organização das Nações Unidas), em 2001 e ao chinês Liu Xiaobo no ano passado. Liu foi condenado em 2009 a 11 anos de prisão por escrever um manifesto em favor da liberdade de expressão e de eleições multipartidárias no seu país.

As três condecoradas com o prêmio neste ano tem história de promoção pela paz. Ellen Johnson Sirleaf foi a primeira mulher a ser eleita de forma democrática na Libéria, em 2006. Leymah Gbowee batalhou pela inserção das mulheres no processo de eleições liberiano, independente da origem étnica delas. Já Tawakkul Karman, liderou a luta pelos direitos das mulheres e pela busca da paz e da democracia no Iêmen.

O Brasil nunca ganhou um Prêmio Nobel.