Dois moradores de rua foram flagrados no fim da manhã de ontem fazendo sexo no jardim de uma clínica médica do bairro São José. Uma cerca-viva era o que separava o casal de quem passava na calçada em frente e dos pacientes que entravam no estabelecimento. O ato obsceno foi descoberto pouco antes do meio-dia.
A secretária DM, 61, atendia os clientes na clínica, quando uma colega chegou informando que havia duas pessoas transando no jardim. A funcionária foi até uma janela, escutou gemidos e ligou para a Polícia Militar.
Ao chegarem no local os policiais se depararam com o desempregado LRR, 21, sobre a desempregada GBS, 22 - os dois estavam sem vestes e em conjunção carnal.
O casal, que não tem residência fixa, disse que estava no jardim desde a noite de quarta-feira. Os dois ainda afirmaram que, se os PMs não tivessem chegado, eles continuariam com os atos no local por não terem outra opção. Os jovens foram conduzidos ao 1º Distrito Policial, onde declararam que resolveram fazer sexo ali mesmo porque “estavam com vontade”.
Em entrevista à Rádio Difusora, a garota disse que tem “faniquito sexual” e, como fez uso de pedras de crack, seu desejo aumentou. “Falei para ela que isto não ia prestar, mas eu tinha que marcar presença”, justificou o rapaz que, ao contrário da amante, negou o uso de drogas.
Depois de qualificados, os autores do ato obsceno foram liberados para responderem ao inquérito em liberdade.