Uma grande verdade é que a liberdade de cada um vai até onde começa a liberdade do outro e isso precisa ser respeitado. Um exemplo de falta de respeito, para não dizer uma demonstração de falta de classe, é o camarada ligar o som de seu veículo no ponto máximo, com músicas (?) de gosto muito duvidoso e sair por aí, como que forçando as demais pessoas a terem de ouvir aquilo. Isso quando não estacionam em frente a um bar, por exemplo, abrem a tampa do porta-malas e ficam achando que todos estão gostando embora muitos ajam como forma de provocação à vizinhança. É o que se ouve por aí, sem qualquer atitude de nossas autoridades, a começar pela Polícia Militar, que simplesmente ignora a situação. O Ministério Público até já fez reunião entre PM e alguns poucos donos desses carros, ameaçando com punições, mas parece que tudo caiu no esquecimento. Amigo nosso dizia que há poucos dias uma dessas camionetes estava com um som tão alto, ali pelos lados da Avenida Brasil, que chegava a disparar o alarme de carros que se encontravam estacionados. Vidraças de casas e de lojas tremiam em razão do ruído provocado pelo som ensurdecedor. Prefeitura e Polícia Militar dispõem de dois aparelhos decibelímetros para medir os decibéis alcançados, mas ficam engavetados nos gabinetes. Em resumo: esse barulho excessivo e desrespeitoso continua desafiando nossas autoridades. E até quando?