Depois de enfrentar dificuldades para providenciar o funeral da mãe, que morreu em março de 2007, o administrador Luiz Alberto Vieira, 42, decidiu aderir a um plano funerário. “Na hora que alguém falece, a gente fica muito perdido, sem cabeça para fazer contas e acaba gastando muito, como aconteceu quando minha mãe faleceu, por isso resolvi ter um plano”, disse.
Luiz Alberto paga R$ 90 por trimestre e tem como dependentes nove pessoas. Sua mulher, os três filhos, a sogra, a cunhada e outros parentes. Ele aderiu ao plano há cerca de três anos e, no ano passado, precisou usar os serviços com a morte do sogro. “Ter o pai da minha esposa como dependente no plano nos ajudou muito, foi bem mais fácil. O valor que pago é baixo, não pesa no bolso de maneira nenhuma e é uma tranquilidade que temos em caso de morte na família.”
A gerente de atendimento Líria Cristina do Carmo, 38, aderiu a um plano funerário recentemente. Após enfrentar uma morte repentina na família, adquiriu um plano em agosto deste ano. “Após a ocorrência do óbito súbito, refleti sobre o assunto e percebi a importância de ter um planejamento e a disponibilidade deste serviço para nos atender num momento de dificuldade e tristeza”, disse Líria.
A mensalidade paga será de R$ 32. Os filhos, o marido e os irmãos estão como dependentes dela. Líria acha importante o empréstimo de cadeiras de rodas, muletas e outros aparelhos aos conveniados do plano funerário. “É um diferencial dentro da prestação de serviço.”