A professora aposentada Altiva Helena Silva Liboni, 61, não recebia a “Mãe Peregrina” em sua casa até nove anos atrás. Como faltava uma família na lista de visitas de uma das imagens, ela foi convidada e aceitou mesmo sem conhecer a história. Após algum tempo, vieram os convite para ser coordenadora de sua paróquia, todos recusados.
Seu filho estava doente, tinha lúpus - doença autoimune (onde o próprio organismo se destrói) - e os médicos não encontravam a cura. Altiva conta que, ao assistir um canal cristão, recebeu a “mensagem” de um apresentador. “Ele disse: ‘amanhã você vai receber uma visita em sua casa logo cedo, e essa visita vai trazer a cura do seu filho. Aceite essa visita’. Eu me emociono até hoje em falar”.
Pela manhã, a coordenadora de sua paróquia batia em sua porta e falava que a aposentada era a única opção para assumir o movimento no bairro. O convite foi aceito. Desde então, Altiva diz que o tratamento da doença de seu filho evoluiu. Os exames realizados trismestralmente após o episódio dão negativo. Altiva acredita que a santa é a responsável pela cura.