A reforma do Ginásio Poliesportivo está parada. Os três funcionários da empresa Pisossul, vencedora da licitação realizada pela Prefeitura de Franca e que trabalhavam no local desde 20 de julho, não comparecem no local desde a quarta-feira, dia 10 de agosto. A reportagem do Comércio da Franca esteve ontem no interior do ginásio. A maioria dos portões estavam fechados. Apenas um tinha o trinco aberto e permitiu a entrada da equipe. No local, foi retirado o piso antigo e iniciadas as obras de adaptação das arquibancadas para a colocação de uma nova tabela, conforme exigência da FIBA (Federação Internacional de Basquete). Canos e um buraco, que seria de um poço existente debaixo da quadra, são visíveis.
Os funcionários da prefeitura que trabalham no complexo Poliesportivo evitaram falar sobre o assunto. Reginaldo Emídio, presidente da Feac (Fundação Esportes Artes e Cultura), não foi localizado na sede da entidade ou em seu celular. Segundo José Antônio Turquetti, do setor de comunicação da Prefeitura, ele passou a tarde em reunião. Apesar dos recados deixados pela reportagem, o presidente da Feac não retornou. Turquetti disse que a reforma diz respeito a Feac.
Na sede da empresa Pisossul, em Foz do Iguaçu-PR, segundo a telefonista, o diretor João Hckert, responsável por informar o que está acontecendo, saiu em viagem. Ela informou que o diretor retorna apenas na próxima segunda-feira.
As obras no Ginásio do Poliesportivo, cuja licitação foi de R$ 240 mil, foram iniciadas no dia 20 de julho. De acordo com Reginaldo Emídio, em entrevista gravada dois dias antes do início dos trabalhos, o contrato assinado entre Feac e Pisossul prevê o prazo para entrega da obra em 60 dias, ou seja, na segunda quinzena de setembro.
Enquanto isso, o Vivo/Franca “manda” seus jogos do Campeonato Paulista de basquete na quadra do Ginásio da Unifran onde não há venda de ingressos em razão da pequena capacidade de público. Apenas sócios torcedores do Franca Basquete, cerca de 800 pessoas, podem assistir aos jogos do clube no local.