10 de julho de 2026

Proibição de casamento gay em Franca acende debate na web


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A determinação do juiz corregedor Humberto Aparecido Rocha de proibir o casamento de homossexuais em Franca dividiu opiniões entre internautas e gerou uma série de comentários no Portal GCN (www.gcn. net.br). Em entrevista ao Comércio, o juiz disse que o “casamento ainda é, segundo o Código Civil, uma união de pessoas de sexos diferentes”. O magistrado determinou que os dois Cartórios de Registro Civil da cidade não realizem casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Mas a decisão tem pouco efeito prático, porque o casal gay pode procurar o cartório, oficializar a união estável e garantir direitos importantes previstos no casamento, como pensão, herança e inclusão do companheiro em planos de saúde, como reconhece o Supremo Tribunal Federal.

A reportagem ouviu alguns dos internautas que deixaram comentários no Portal GCN. Para o representante comercial Carlos Alberto Matias, 56, a atitude do juiz está correta. “Casamento é almático entre macho e fêmea, fora disso é aberração passageira.” O office-boy Claudinei Alves Sousa, 33, disse que é contra a união de homossexuais e não contra eles. “Não estou em momento algum fazendo qualquer tipo de condenação, até porque vivemos em uma democracia, e não tenho nenhum receio se meu filho for gay. Não vou deixar de amá-lo de forma alguma. Agora, aceitar união de pessoas do mesmo sexo, eu particularmente não concordo, não sou favorável.”

A internauta DTSC se declarou homossexual e disse que pretende se casar em Franca. “Não deixamos de ser família por sermos do mesmo sexo. Temos religião, temos sentimentos e somos humanos como qualquer um.”

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Para ler a matéria e os comentários na íntegra com o documento encaminhado aos cartórios pelo juiz corregedor Humberto Aparecido Rocha, acesse http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=139658&codigo-categoria=21