O governo Dilma segue dando continuidade à politica de recuperação do crescimento e distribuição de renda, tão bem conduzidos pelo presidente Lula. Foi assim com o “Brasil Sem Miséria” lançado recentemente e agora com o plano de fortalecimento da indústria nacional. Essa nova medida atinge o setor calçadista e certamente terá impacto na economia francana, além de tornar a indústria brasileira mais competitiva, por certo gerando mais empregos. Assim esperamos que ocorra, até porque a presidenta, pelo que pude acompanhar por aqui, entrou de corpo e alma nesse desafio e irá monitorar de perto os desdobramentos dessa nova medida.Que os setores beneficiados aproveitem as vantagens oferecidas e continuem se aprimorando. (Leia aqui).
Gilmar Dominici
Brasília - DF
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“Amadorismo”
A indústria calçadista necessita abandonar o amadorismo, pois até parece que que os empresários pagam tantos impostos. Sabemos muito bem que a carga tributária que recai sobre a produção é extremamente pesada e serve basicamente para a manutenção de um Estado incompetente e corrupto. Mas, não sejamos ingênuos. É certo que tais impostos são repassados para o preço final do produto e quem acaba arcando são os consumidores. Precisamos sim, de uma política de distribuição de renda, o que, consequentemente, propiciará a formação de um mercado de consumo com elevado poder de compra. Mas, a cultura que paira sobre os empresários calçadistas pressupõe a manutenção de um Estado que os proteja da concorrência, bem como de relações trabalhistas que impliquem numa profunda exploração sobre o trabalhador. O mais ridículo é pensar que pagam salários miseráveis e ainda veem o trabalhador em condições de consumir seus produtos. .
Dársio C. Batista
Franca - SP