08 de julho de 2026

A saga dos cavaleiros nas cavalhadas


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Às 20h00 do sábado, um padre da cidade faz uma prece pela paz. Os cavaleiros entram na arena, onde há um castelo montado em cada extremidade do campo. O vermelho marca o território mouro e o azul marca o território cristão.

Vestidos com roupas feitas de lençóis brancos, os soldados se preparam para o enfrentamento. Nesse momento, todas as luzes do Parque Fernando Costa estão apagadas e os chamados pajens iluminam a frente dos soldados com lanternas. Uma música começa a ser tocada.

Os reis, sobre seus cavalos, discutem entre si. Um quer converter o outro à sua religião. Não há um acordo. A batalha se inicia no escuro.

Após um tempo de luta, as luzes se acendem e a briga continua. Enquanto duelam com espadas e armas inofensivas, os soldados começam a se organizar em filas com formato de figuras geométricas, rendendo uma bela apresentação. A batalha segue até por volta das 21h00.

No domingo, às 14h00, a batalha recomeça. Os soldados entram novamente na arena sobre seus cavalos. Os mouros vestidos de vermelho e os cristãos vestidos de azul.

Um espião mouro invade o território cristão e os dois povos entram em guerra. Nessa batalha, os cristãos matam um mouro. A guerra fica ainda mais acirrada.

O embaixador mouro vai até o castelo cristão pedindo para que o rei cristão se converta ao islamismo. Ele não aceita. A guerra continua.

O embaixador cristão vai até o castelo mouro pedindo para que o rei mouro se converta ao cristianismo. Ele não aceita. A guerra prossegue.

O príncipe mouro pede ao pai para que o deixe ir ao campo de batalha para lutar. O rei dá a permissão e o filho deixa o castelo abandonado para ir à guerra. A princesa, por estar sozinha no castelo, é raptada pelos cristãos.

O rei mouro e o rei cristão conversam e tentam firmar um acordo. A conversa não faz efeito e a guerra continua.

Na batalha final, os cristãos ateiam fogo no castelo dos mouros (o castelo vermelho) e a princesa moura, sob o domínio dos cristãos, implora ao pai para que ele se converta ao cristianismo. O pai aceita e os mouros se tornam cristãos.