Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, o londrino usuário de drogas Tony Azzopardi, 56, disse que ajudou Amy Winehouse, 27, a comprar £1,200 libras de crack, cocaína e heroína na noite anterior à morte da cantora.
Tony Azzopardi, que deve voltar a ser entrevistado pela polícia ainda nesta segunda-feira, disse que ajudou a cantora a comprar entorpecentes na madrugada do dia 23 de julho - no mesmo dia em que ela foi encontrada morta, em sua casa em Londres. Azzopardi, que foi apresentado à estrela com a ajuda de seu ex-marido, Blake Fielder, afirmou que queria que a família de Amy soubesse de toda a verdade sobre o ocorrido.
Em seu depoimento, Azzopardi contou que se encontrou com a cantora em um táxi perto de uma casa noturna, por volta das 23h30 da noite de 22 de julho. No entanto, muitas pessoas já haviam relatado ter visto a cantora saindo de um bar no bairro de Camden - local onde a cantora residia -, naquela noite.
Azzopardi disse que Amy lhe pediu ajuda para comprar algumas drogas, assim ambos se dirigiram em um taxi até West Hampstead, onde a Amy fez uma ligação para um traficante local. Minutos depois, ele alegou que a cantora havia comprado £1,200 de entorpecentes.
No final de seu depoimento, o usuário afirma que a última vez que se encontrou com Amy foi quando ela o deixou em Archway, norte de Londres, minutos antes de Amy voltar para sua casa em Camden. Horas depois, por volta das 4 da tarde, o corpo de Amy foi encontrado por seu guarda-costas.
Apesar das alegações de Azzopardi, a polícia disse que não foi encontrada nenhuma parafernália de drogas na casa da cantora. No entanto, a família Winehouse diz que a história de Azzopardi não corresponde com os movimentos de Amy.
A família Winehouse aguarda os resultados dos exames de toxicologia feitos na cantora para averiguar as verdadeiras causas de sua morte.