08 de julho de 2026

Separe bem


| Tempo de leitura: 1 min

O “eu preciso” do “eu desejo”. Um erro comum do consumidor é se endividar com “parcelas que cabem no bolso”, considerando apenas a renda bruta e não a líquida (que representa o dinheiro livre que realmente entra na conta, após pagamento de impostos e benefícios). Segundo estudo da consultoria LCA, em maio as dívidas comprometiam 40% da renda do trabalhador. Esse percentual ultrapassa o limite saudável. É preciso planejamento para não comprometer mais do que 30% do salário líquido em dívidas. O melhor é que esse percentual seja de 20%. Os outros 10% devem ser uma margem para imprevistos. O percentual adequado para o endividamento depende da renda. Quanto menor o salário líquido, maior seu comprometimento com itens essenciais. Com uma renda de R$ 8 mil (pode-se comprometer 30% em dívidas). Para quem recebe R$ 2 mil, 25% pode ser um esforço muito alto. Bom dia!