A cada Ano Novo, muitas esperanças. Geralmente as mesmas, que em sua maioria não se transformam em realidades. Porque não as edificamos. Repetimos, remendamos. Quando muito, habilidosamente fazemos um pachwork. Acho linda a técnica, mas para 2011 quero começar uma nova vestimenta: inconsútil. E desejo a você, leitor que generosa e pacientemente me lê, fé e alegria para também começar a sua.
Zelita Verzola
Professora