Houve uma época em que nos achávamos fortes o suficiente para enfrentar os desafios que a vida iria nos trazer.
Com isso, mamãe reaparecia em nossas vidas desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar.
Acreditávamos na tese da morte lenta e demorada...
Mas o final dessa história, ao contrário do que sempre imaginamos, foi ela quem definiu. Quando menos esperávamos, ela decidiu morrer.
Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão,
sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre.
“Em geral, as mães, mais que amar os filhos, amam-se nos filhos.”
LUCIENNE MENEGUETTI CARRIJO
02/01/2011 - 1 ANO