09 de julho de 2026

Bons ventos continuam soprando


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O bom momento vivido pela economia de Franca, que já foi destacado pelo GCN Comunicação em ocasiões anteriores, pode ser constatado mais uma vez em razão de notícias publicadas pelo Comércio da Franca: a primeira, na sexta-feira, aponta a intenção do Magazine Luiza em abrir 600 novos postos de trabalho em Franca até o fim de 2011. A outra, na edição deste domingo, destaca o recorde na comercialização de veículos na cidade: de janeiro a novembro foram emplacados 4.363 automóveis no município, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Antes mesmo de encerrar o ano, o volume é recorde nos últimos seis anos. São dois indicadores de que o emprego continua em alta e que o consumidor francano vê sua renda consolidada e melhorou sua capacidade de compra.

Nos últimos meses, as edições diárias do Comércio destacaram a criação de postos de trabalho em todos os setores produtivos (indústria, comércio e serviços), o que coloca Franca numa situação extremamente confortável no contexto geral. E não foram apenas os empregos temporários que tiveram um incremento extraordinário no apagar das luzes de 2010. As 600 novas contratações que o Magazine Luiza pretende fazer em Franca (para a criação de um centro de relacionamento) é uma mostra disso. A geração de empregos no município e na região atingiu um nível tal que, a certa altura, empresas reclamavam da falta de mão de obra especializada - um fenômeno que Franca não registrou em nenhum momento de sua história. Como já afirmamos aqui, mais empregos significam mais dinheiro em circulação e aquecimento da economia como um todo.

E isso nos leva à outra boa notícia: nunca se vendeu tanto carro na cidade como em 2010. De acordo com os vendedores das concessionárias, os números são reflexo do aquecimento da economia, abertura de novos postos de trabalho e aumento da renda dos trabalhadores, facilidades de crédito e promoções oferecidas pelas montadoras. Desta forma, a frota de veículos na cidade atingiu quase 177 mil veículos até agosto, de acordo com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Tudo isso é um claro indício de que a economia francana atravessa um período bastante favorável e tem perspectivas de melhorar ainda mais no próximo ano. Para isso, basta que a tendência de desaceleração da economia mundial (que volta a assombrar países ao redor do mundo, mais uma vez) não contribua para a deterioração dos mercados. Franca depende ainda da capacidade de compra do consumidor brasileiro e de diversos países - por conta de nossa indústria calçadista - para que se mantenha o nível de produção, fato que interfere diretamente na ocupação de postos de trabalho. Até agora, as perspectivas são boas e continuamos torcendo para que permaneçam assim.