A virgem Maria apareceu, em 1523, ao índio mexicano Juan Diego, na colônia de Tepeyac, onde se venerava Tonantzin, a Venerável Mãe. Para convencer as autoridades eclesiásticas a construir para ela uma capela no local da aparição, Nossa Senhora transformou as flores silvestres, que Juan, a seu pedido, havia recolhido em sua ‘tilma’ (manto), na estampa da Virgem de Guadalupe. Façamos nossas as palavras que ela dirigiu ao humilde e marginalizado índio Juan Diego:
“Escute, meu filho, não há nada que temer. Não fique preocupado nem assustado. Não estou eu aqui a seu lado? E sou a Mãe dadivosa. Não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isso? Não permita que nada o aflija e o perturbe...”
É invocada com a seguinte oração:
Mãe do céu, Morena, Senhora da América Latina, de olhar e caridade tão divina, de cor igual à cor de tantas raças. Virgem tão serena, Senhora destes povos tão sofridos. Patrona dos pequenos e oprimidos, derramai sobre nós as vossas graças. Derramai sobre os jovens vossa luz. Aos pobres vinde mostrar o vosso Jesus. Ao mundo inteiro trazei o vosso amor de Mãe. Ensinai que tem tudo a partilhar, ensinai que tem pouco a não cansar, e fazei o nosso povo caminhar em paz...
Os cinco Minutos dos Santos. J. Alves
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