08 de julho de 2026

“Trabalho não mata...”


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Estou de pleno acordo com o leitor Amauri Soares (opinião publicada ontem na seção “Cartas” deste Comércio). Também trabalho desde meus 9 anos com meu pai. Comecei ajudando-o a lavar pedras. Íamos de bicicleta, lotados de produtos químicos. Hoje sou sócio dele na empresa de mármores e granito que, com muito custo e suor conseguimos montar. Serviço não mata, mas ajuda. Quantas crianças estão perdidas hoje em dia. Se tivessem um emprego ou trabalho em que ganhassem pouco, mas suado, seria diferente. O que dá trabalho para conseguir, a gente dá mais valor.

Felipe Gabriel
Franca - SP